Monday, December 24, 2007

VILANCETE: TRANSBORDANDO


No seu âmago permaneço
Bebo deste vinho tinto
Quando transbordas, eu sinto!

O teu vapor se condensa
Ligeiro...voltas ao sóbrio,
Banhas com sangue notório
A cama da inconsciência,
Sem saber da conseqüência,
Mergulhas no meu recinto
Quando transbordas, eu sinto!

Caímos no denso desejo...
Lembra do sonho insensato?
Gosto do estilo arriscado
Deste futuro imperfeito.
Viajo nesse seu jeito,
Com o pavio tão distinto,
Quando transbordas, eu sinto!

2 comments:

Tony said...

Gosto do estilo arriscado
Deste futuro imperfeito.
Viajo nesse seu jeito,
Com o pavio tão distinto,
Quando transbordas, eu sinto!

[2]

goostei :)

Rafaela Silva Santos said...

Obrigada pela visita ao bióloga poetisa!!Esse espaço aqui é bem interessante.O poema:uma descrição ousada...gostei da colocação das palavras e a ritmo fluente do poema...beijuuss